Homem com H maiúsculo

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Por que o homem é a maior obra de arte

sábado, 3 de janeiro de 2009

Liberdade para a Palestina


Existe Estado mais sanguinário do que Israel? Talvez tenhamos, no máximo, países que se equivalem a ele. A China, por exemplo, não ficaria muito atrás de Israel se fôssemos produzir um ranking de estados cuja sede de sangue não para. Me cansei de ouvir que os judeus podem fazer o que bem entenderem só por que sofreram perseguições no passado.
 Desculpem a todos os simpatizantes de Israel, mas dane-se o holocausto. Até quando ele vai sevir de pretexto para que os israelitas
 massacrem os palestinos? Mesmo por que foram os europeus que perseguiram os judeus. Historicamente falando os árabes e outros muçulmanos foram muito mais complacentes e amigáveis com os descendentes de Judá do que as potências ocidentais. Na Espanha Moura, judeus, católicos e muçulmanos conviveram em relativa harmonia. Foi só os cristão retomarem o território que os judeus foram rapidamente perseguidos. 


Não se pode negar que o holocausto foi um momento muito triste da história humana, mas não foi o único, nem o mais terrível. Desde os tempos mais remotos, os homens vivem se matando e se odiando. No que a conquista espanhola da América perde em carnificina para a Segunda Grande Guerra? No que diferem os horrores? Qual a diferença dos massacres cometidos por espanhóis e nazistas? No caso dos primeiros, sequer houve um tribunal que os acusasse, tal qual foi em Nuremberg. Os derrotados da América foram silenciados, sua cultura destruída, seus segredos perdidos. Quer queiram quer não, os judeus sobreviveram ao holocausto. Mais do que isso: utilizam-se desse passado triste para passarem por cima de todas as leis internacionais a favor dos direitos humanos. A influência que a cultura judaica possui sobre a cultura, a política e a economia norte-americanas é amplamente utilizada para que os judeus façam verdadeiro lobby a seu favor. Quantos filmes de Hollywood contam histórias de judeus perseguidos na Segunda Guerra Mundial? Já perdemos a conta. E quantos falam dos Testemunhas de Jeová, dos homossexuais e outros grupos igualmente martirizados? 

Não se trata de defender o Hamas ou qualquer grupo extremista. Mas Israel é um Estado reconhecido pela ONU e apoiado pela maior potência do mundo. Cobrar direitos humanos de um grupo terrorista islâmico é compreensivelmente difícil. Mas o que dizer de um Estado-Nação (fundado com apoio dos países ricos e que, para existir, expulsou milhares de pessoas com um discurso religioso de que o território lhes pertencia por direito divino), do qual se espera o mínimo de civilidade? Por que as vítimas israelitas valem mais do que as palestinas? Só por que assistimos O pianista e A lista de Schindler e choramos? 


LIBERDADE PARA A PALESTINA! PARA AS CRIANÇAS PALESTINAS TODA A MINHA SOLIDARIEDADE E CARINHO.












Foto 1: Palestinos levantam a bandeira de sua pátria inexistente.
Foto 2: Pai e filho participam de manifestação em Porto Alegre em favor da Palestina.
Foto 3: Estudantes palestinos passam por escombros.
Foto 4: Três irmãos palestinos na cidade de Bethlehem.

Para todos esses amores que nos iluminam a vida (The Love of Siam)

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